O grande ponto de inflexão em sua relação com o público LGBTQIA+ foi seu trabalho para a revista gay , extinta em 2013. Frota é um recordista da publicação, tendo estampado a capa cinco vezes, com todas as edições completamente vendidas.
Isso demonstra como seu passado é usado em campanhas de difamação e cria um terreno fértil para que deepfakes ainda mais explícitos sejam disseminados.
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Na década de 1980, Frota foi considerado um símbolo sexual, construindo uma carreira cercada de polêmicas. Mais tarde, tornou-se ator de filmes pornográficos, atuando em produções adultas majoritariamente heterossexuais entre 2004 e 2008.